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terça-feira, 1 de julho de 2014

Nova ferramenta de avaliação ajuda escolas no investimento em novas tecnologias

Escolas interessadas em ampliar o nível de inovação têm à disposição um novo instrumento que pode ajudá-las na análise de suas práticas ligadas a tecnologias digitais e na tomada de decisão sobre futuros investimentos. A ferramenta, desenvolvida pelo Instituto Crescer para a Cidadania, funciona como uma auto-avaliação on-line e já está disponível gratuitamente na internet.

A análise oportuniza que as instituições de ensino avaliem de forma tangível os investimentos para a construção de uma educação 3.0, que diferentemente do formato de educação convencional, abusa de práticas com o uso da tecnologia.


O formulário de avaliação é simples e a recomendação é que seja preenchido coletivamente, por um comitê formado por representantes de professores, alunos, pais e familiares, funcionários e membros da comunidade onde a instituição está inserida.


O questionário aponta indicadores por dimensões – pedagógica, administrativa, financeira, infraestrutura, pais e familiares – a partir de perguntas sobre graus de frequência (sempre, às vezes, nunca), quantidade de equipamentos disponíveis, acessibilidade de internet sem fio, uso de dispositivos pessoais (celulares, tablets, etc).


Orientação de pesquisas na internet, utilização de jogos e recursos multimídia por educadores, entre outros recursos em que a tecnologia aparece para facilitar o desenvolvimento da vida escolar.


A partir dessas respostas a ferramenta indica quais são as práticas mais inovadoras e oferece subsídios para que as escolas saibam como trabalhar de forma eficiente com equipamentos e ao mesmo tempo valorizar outros fatores, como o conhecimento da realidade local. Além disso, o instituto pretende contribuir também para que governos tenham mais subsídios para avaliar oportunidades de investimento e formação de professores para uso de tecnologias digitais.


O Instituto Crescer promoverá o lançamento oficial do projeto em agosto, quando pretende oferecer um workshop para ensinar usuários a usar a ferramenta, de preferência para grupos de trabalho que unam diferentes atores da comunidade escolar. Coletivamente, eles acreditam, será mais fácil fortalecer a construção de políticas públicas para adoção de tecnologias digitais na educação brasileira.

Fonte: Cequipel


Instituto Crescer lança guia para promover formação de professores no uso das tecnologias digitais na sala de aula


O Instituto Crescer acaba de lançar um guia completo para auxiliar professores a adotar as tecnologias digitais nos processos pedagógicos. Organizado por Luciana Allan, Diretora do Instituto Crescer e Doutora pela Faculdade de Educação da USP com especialização em tecnologias aplicadas à educação, o livro Crescer em Rede - Um guia para promover a formação continuada de professores para adoção de tecnologias digitais no contexto educacional reúne um conteúdo bastante detalhado que traz o passo a passo para inserir a escola na realidade da Educação 3.0. O download da íntegra do guia pode ser feita em Crescer em Rede.


“Com a adoção das tecnologias digitais dentro e fora das salas de aula, o processo de ensino e aprendizagem vem se tornando, rapidamente, um grande desafio para uma geração de professores que estudou e aprendeu a ensinar em uma era pré-digital e não contava com recursos de interação e colaboração capazes de conectar mestres, estudantes e a sociedade civil de uma forma geral, independente de sua formação, cultura ou nação onde vivem. Este guia vem justamente ajudar os professores nesta transformação”, assinala Luciana Allan.

Segundo ela, com tantas ferramentas à disposição para aprender, acessar informação e compartilhar, esta geração de nativos digitais está exigindo das escolas uma veloz revolução nas metodologias de ensino capazes de sedimentar uma estrada sólida para a Educação 3.0, termo que vem sendo amplamente disseminado e que, entre outros fatores, define esta nova escola como uma instituição na qual alunos e professores produzem em conjunto, empregam ferramentas apropriadas para a tarefa e aprendem a ser curiosos e criativos.

Dividido em seis capítulos, o guia permite que um professor lidere um grupo de estudos na escola e desenvolva com seus pares uma série de reflexões e atividades práticas que ajudarão a entender este novo cenário e planejar novas estratégias de ensino. Ao colocar em prática os encontros propostos no guia, os professores poderão, por exemplo, avaliar quais são os objetos digitais de aprendizagem disponíveis nas escolas, como propiciar pesquisas eficazes na Internet, além de analisar a confiabilidade de uma informação.


“Ensinamos, de forma bastante didática, a trabalhar com recursos para produzir vídeos e fazer registros de projetos, como implementar a metodologia WebQuest para conduzir uma aprendizagem baseada em projetos, como trabalhar com blogs e mapas conceituais para mapeamento de informações”, relata Luciana Allan. “Os professores precisam aprender não apenas a usar as ferramentas tecnológicas, mas a como fazer uma gestão do conhecimento e como estimular seus alunos a desenvolver trabalhos colaborativos a partir do uso de recursos já disponíveis na Internet, como o Google Drive e as redes sociais. Abordamos também temas como segurança na Internet e ciberbullying”, acrescenta.

Download do guia Crescer em Rede

Fonte: Instituto Crescer

Conjunto Escolar FNDE para PNE's - Mauricio B. Oppitz

Carteira Escolar para cadeirantes nos padrões estabelecidos pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) resistente e prática.


Carteira

Tampo em madeira aglomerada ( MDP ), com os cantos arredondados, revestimento superior em laminado melamínico de alta pressão com o acabamento texturizado cor CINZA, revestimento inferior em laminado melamínico de baixa pressão com o acabamento Frost cor BRANCA e afixado à estrutura com parafusos de 5,0mm de Ø x 45mm de comprimento.



Toda estrutura em tubos de aço carbono laminado a frio com tratamento antiferruginoso por fosfatização. Porta livros em Polipropileno puro de matéria prima reciclada ou recuperada, afixado à estrutura por rebites de repuxo com 4,0mm de Ø x 10mm de comprimento e com o símbolo internacional da Reciclagem. Ponteiras e sapatas em Polipropileno copolímero virgem afixado por meio de encaixe. 


Coluna e travessa longitudinal em tubo oblongo 29x58mm (CH 16), travessa superior em tubo Ø 1¼" (CH 16) e pés confeccionados em tubo Ø 1 ½" (CH 16).



Fonte: Oppitz Soluções Tecnológicas

Escolas - Aprendizado Inclusivo

Ao idealizar uma escola, não podemos esquecer de registrar alguns detalhes para que esse local também possa estar devidamente preparado para receber a todos, inclusive aos cadeirantes. 


Ao citar essa condição, logo se imagina uma rampa ou elevador de acesso, no entanto, a inclusão de pessoas com deficiências físicas ou limitações motoras, vai muito além disso, especialmente diante do ambiente escolar.



A inclusão da criança ou o adolescente com deficiência física não pode, de maneira alguma, se resumir a instalação de fontes de acesso. A escola, como lugar de todos, é um espaço especialmente para que todos aprendam, sem exceção. E tal aprendizado inclui toda a cartela de atividades escolares.



É inaceitável um deficiente físico estar fora das atividades de desenvolvimento das habilidades motoras. É preciso que a escola perceba a necessidade do incentivo e da inclusão total, possível, sim, com pequenas adequações de praticagem ou metodologia.


Assim, o movimento de incluir alunos com deficiência física no perfil de escola tradicional regular tem sido cada vez maior e, aos poucos, o sistema educacional tem se adequado a essa demanda, sem perder de vista que a escola o ponto principal das escolas: educar, sem qualquer distinção ou restrição!


Abaixo seguem algumas orientações para que o estudante com deficiência física seja de fato introduzido no contexto escolar.

1-Todos são iguais

O aluno com deficiência, exceto por auxílios específicos, não deve ser tratado de forma distinta. Caso isso ocorra, será impedimento para que a classe integre o colega cadeirante naturalmente;



2-Pequenas adaptações: grandes resultados

Dificuldades motoras devem exigir adaptações curriculares, especialmente nas aulas de educação física e artes. Essa é a etapa de desconstruir o conceito de competição e trabalhar com a cooperação. É interessante pensar em possibilidades que possam oportunizar a vivencia de todas as atividades, inclusive dos esportes. Por exemplo: jogo de basquete com miscelânea de equipes ou tênis de mesa com adequação da altura estrutura do mezanino;


3-Tecnologia: ferramenta facilitadora

Computadores com softwares específicos e outras ferramentas como ponteiras e recursos de voz que auxiliam pessoas com dificuldades para escrever são direito do aluno que necessita deste recurso (em dúvida, entre em contato com a secretaria de educação de seu município).


Produtos tecnológicos como lousas interativas e tablets são opções de solução para auxiliar no processo de aprendizagem. 


Além de assessorar o deficiente, tornam a aula mais prática, por meio dos vídeos e imagens e menos teórica, resumida apenas a letras e números.



Fonte: Cequipel

Sala Informatizada da Escola Municipal Arthur Serafim Marques - Oppitz | Grupo Cequipel

Esta é a sala informatizada da Escola Municipal Arthur Serafim Marques, de Rancho Alegre - PR, a primeira do norte do Paraná.


A instalação da sala faz parte da proposta pedagógica da escola em fazer do espaço educacional um meio de interação entre os alunos e o ambiente tecnológico. Duzentos e setenta estudantes serão beneficiados com o uso dos equipamentos.


Objetivo é oportunizar aos alunos, professores e equipe pedagógica o acesso às tecnologias educacionais, para que façam uso da Sala Informatizada como suporte pedagógico às suas aulas, explorando seus recursos, planejando e desenvolvendo projetos.


Seguindo as orientações do Núcleo de Tecnologia Municipal (NTM), a proposta está em utilizar a Sala Informatizada como mais um espaço pedagógico rico em aprendizagem. Para tanto, faz-se necessário o envolvimento de professores, equipe pedagógica, alunos e coordenador/a da sala, para o desenvolvimento de projetos e/ou atividades, com objetivos claros e articulados com o trabalho já desenvolvido em sala de aula.


Segundo a secretária de educação de Rancho Alegre, Romilda Aparecida da Silva, “cabe à escola não só assegurar a democratização do acesso aos meios de comunicação mais sofisticados, mas ir além e estimular, dar condições, preparar as novas gerações para a apropriação ativa e crítica dessas novas tecnologias.

Fonte: Da Redação Portal Sertaneja

A cidade de Rancho Alegre, no interior do Paraná, é um dos municípios que já usufruem da sala informatizada do Grupo Cequipel.


A sala de aula, totalmente equipada, proporciona interação, conectivadade aos aulos e total controle ao professor.


Parabéns Escola Municipal Arthur Serafim Marques, os alunos agradecem!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Cequipel lança carteira informatizada para pessoas com deficiência


O Grupo Cequipel está lançando no mercado brasileiro a carteira informatizada Desk One PNE para pessoas com deficiência. Com sede em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, a Cequipel é o maior fabricante de mobiliário escolar da América Latina, além de ser apontada como uma das empresas mais inovadoras do Brasil em tecnologia para educação.


O novo produto é uma carteira convencional que, quando fechada e com o tampo basculante aberto, torna-se um computador com design e tecnologia de ponta. Um dos opcionais é o teclado com colmeia, que tem uma placa de acrílico com perfurações correspondentes a cada tecla, para evitar que o usuário portador de deficiência motora pressione teclas indesejadas. As carteiras possibilitam a fácil acomodação de cadeirantes, pessoas com paralisia cerebral ou dificuldade locomotora. Sua estrutura conta com um minicomputador com monitor widescreen, mouse e teclados acoplados, além de chave com segredo, quatro níveis de altura e regulagem de ângulo, como nos notebooks.


A prefeitura municipal da cidade de Cerqueira César, no interior de São Paulo, adquiriu a carteira em prol da aluna Fernanda Roberto, 10 anos de idade. De acordo com a professora da instituição onde estuda a beneficiada, Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria José França Nogueira, Mariana Todescato, com a carteira informatizada a aluna pode desenvolver significativamente a parte motora em relação ao controle das mãos e também propiciou a melhora do seu desempenho em atividades que exigem concentração.


A Desk One PNE foi desenvolvida com base dos preceitos da ergonomia, elemento prioritário em todos os produtos do Grupo Cequipel. “O projeto desta carteira é uma ramificação da ergonomia, adaptada a este público”, diz o coordenador de design, Clécio Zeithammer.



A utilização da Desk One PNE não se restringe somente aos ambientes escolar e empresarial, mas também é direcionada a usuários particulares, já que este é um produto único no mercado que está disponível para venda ao consumidor final.

A carteira informatizada

O equipamento consome 88% menos energia que um computador comum e opera interligado a um servidor de aplicações da internet. O programa permite que o professor coordene o conteúdo de acesso dos alunos na rede. “É o professor quem determina e libera o acesso ao uso da internet ou qualquer outro aplicativo. As características construtivas do produto preservam a interatividade entre o professor e aluno dentro da sala de aula.


Mais de 1.200 escolas já utilizam a carteira no Brasil e três países já contam com a estrutura montada pela Cequipel. Oito países ainda estão em negociação. Na cidade de Arajuno, no Equador, por exemplo, as crianças de comunidades indígenas já usufruem da tecnologia de 32 carteiras Desk One PNE. Na cidade de Bogotá, capital da Colômbia, os alunos do colégio Liceo Americano também utilizam as carteiras informatizadas.

Acesse: Apabb | Carteira Informatizada para Pessoas com Deficiência - PNE

Fonte: http://www.paranashop.com.br/home/index.php

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Os recursos tecnológicos na escola

É evidente a insatisfação dos alunos em relação a aulas ditas "tradicionais", ou seja, aulas expositivas nas quais são utilizados apenas o quadro-negro e o giz. O aprender por aprender já não existe: hoje, os alunos precisam saber para que e por que precisam saber determinado assunto. Essa é a típica aprendizagem utilitária, isto é, só aprendo se for útil, necessário para entrar no mercado de trabalho, visando ao retorno financeiro. A internet invade nossos lares com todas as suas cores, seus movimentos e sua velocidade, fazendo o impossível tornar-se palpável, como navegar pelo corpo humano e visualizar a Terra do espaço sem sair do lugar. É difícil, portanto, prender a atenção do aluno em aulas feitas do conjunto lousa + professor.


Então, por que fazer o mesmo quando se pode fazer diferente? Uma vez que os alunos gostam tanto de aulas que utilizam a tecnologia, por que não aproveitar essa oportunidade e usá-la a seu favor? A aula pode entusiasmar os alunos de maneira ao menos parecida com que são excitados pelos jogos e filmes de alta qualidade em efeitos especiais. 



A escola precisa modernizar-se a fim de acompanhar o ritmo da sociedade e não se tornar uma instituição fora de moda, ultrapassada e desinteressante. Embora lentamente, ela está fazendo isso. Saber que o aluno aprende com o que lhe prende a atenção todos sabem. A questão é: estão os professores, as escolas e os sistemas de ensino preparados para tal mudança?


Aulas modernizadas pelo uso de recursos tecnológicos têm vida longa e podem ser adaptadas para vários tipos de alunos, para diferentes faixas etárias e diversos níveis de aprendizado. O trabalho acaba tendo um retorno muito mais eficaz. É importante, no entanto, que haja não apenas uma revolução tecnológica nas escolas. É necessária a revolução na capacitação docente, pois a tecnologia é algo ainda a ser desmistificado para a maioria dos professores.


Existe uma infinidade de programas disponíveis para montagem de exibições de slides, de atividades interativas e jogos; porém, alguns professores não sabem como utilizá-los. Utilizar o computador em sala de aula é o menor dos desafios do professor: utilizar o computador de forma a tornar a aula mais envolvente, interativa, criativa e inteligente é que parece realmente preocupante. 


O simples fato de transferir a tarefa do quadro-negro para o computador não muda uma aula. É fundamental que a metodologia utilizada seja pensada em conjunto com os recursos tecnológicos que a modernidade oferece. O filme, a lousa interativa, o computador, etc., perdem a validade se não se mantiver o objetivo principal: a aprendizagem.


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Sala de Aula Tecnológica e Ergonômica

Total segurança aos estudantes - Segurança de Saúde da Coluna Vertebral - e Segurança que as crianças não precisam carregar portáteis nas ruas. O equipamento de valor deve ficar na escola.

Pode ser usada até nos 3 turnos de estudo da escola. a Carteira Informatizada não usa baterias de lítio que poluem o meio ambiente. As aulas podem ser totalmente interativas dos computadores dos alunos com a Lousa Digital. 
Os computadores educacionais da Oppitz Tecnologia podem ser configurados para não navegarem em sites fora do interesse educacional da escola. 
A Mesa escolar é o próprio computador, fechado usa-se normalmente como mesa escolar, com gabinete chaveado e 100% seguro, pois acredita-se que as aulas não serão somente informatizada, possibilitando-se normalmente o uso de livros e cadernos no tempo em que o professor determinar.